Pouco tempo para muita coisa. Sem tempo até para atualizar o blog contando as outras coisas de Vancouver. Mas quando alguma coisa realmente tira meu fôlego, preciso registrar aqui. Conheci uma outra pessoa como eu que é apaixonada por cinema. Ele não viu algumas coisas que amo, mas já viu coisas suficientes que me fizeram acreditar que temos gostos parecidos (afinal, ambos temos bom gosto rss). Pois esta alma caridosa resolveu me emprestar alguns blublus. A maioria títulos que eu nunca tinha ouvido falar. Após confessada a minha ignorância, posso abrir o coração. Não tenho mais a coluna de cinema do Bem Resolvida, e por isso posso falar dos filmes que eu quiser simplesmente demonstrando a minha paixão por eles, sem precisar analisar a coisa de forma mais técnica.
O filme chama-se "The Red Shoes". Lançado em 1948. É um filme inglês, mas não se tem dificuldade em compreender o inglês utilizado (não joguem pedras em mim, mas o inglês deles eu achei por demais americano!) Foi filma em technicolor e foi remasterizado (é assim que se diz, Sr. Raphael Cachinhos?) em 2009 por ninguém menos que Scorsese (ok, pela empresa dele junto com a UCLA). Essa remasterização ou restauração é uma coisa perfeita! Nos extras do blublu tem o próprio Scorsese falando o quão complicado foi esse trabalho e mostrando inclusive as cenas antes e depois do trabalho feito por eles. Eu que já estava apaixonada por tudo que havia visto, fiquei mais ainda sem fôlego de ver aquela comparação incrível. A criatura já nos deu "Taxi Driver", "Cabo do Medo"e etc e etc e etc e nos presenteia também com essa restauração! IMPECÁVEL! Nosso senso de perfeição se modifica quando vemos a comparação mostrada pelo ele nos extras.
O filme tem cerca de duas horas mas que se passam tão rapidamente que você se assusta. A última vez que tive essa sensação (de que o que eu estava assistindo tinha acabado de começar quando na realidade já haviam se passado um bom tempo) foi quando assisti Fernanda em seu monólogo, mas já falei sobre isso por aqui. Ok, ok, ok. Você vai dizer que eu sou suspeita porque eu gosto (e muito!) de balé. Tem realmente uma grande sequência de 15 minutos só de balé, mas está tão bem inserida no filme que não tinha condição de ser mais curta. E, como eu disse, você nem sente passar.
A história do filme se confunde com a história do próprio balé que a protagonista estrela, e que dá nome ao filme. A vida imitando a arte, com é, na verdade, a vida. Não acredito que a arte imita a vida. A vida é que está sempre querendo ser mais bonita e imitar a arte.
Nesse momento, estou feliz em não estar escrevendo para o Bem Resolvida, porque de bem resolvida, a protagonista não tem nada. Na verdade, é daquelas mulheres que só servem mesmo para lavar louça. E ainda deve quebrar os pratos... A personagem se chama Victoria Page, e pare de ler se não quiser saber dos spoliers... Não consigo deixar de colocar aqui vários deles, mas tou avisando... Pois bem, como eu dizia, alguém que tira a própria vida da forma que ela o faz, não sabe nada. Aliás, a personagem foi feita para a gente desprezar mesmo. A mulher tem a faca, o queijo, e ainda o pão, mas joga tudo fora... E a vontade de matar, de quebrar o pescoço da desmilinguida? Vamos brincar de ser burra mas não vale exagerar né? Ela errou quando largou a companhia... Consigo até perdoar, porque somos humanos e temos esse direito, mas persistir no erro daí já é burrice, tapamento, e o que mais você quiser dizer! Ah! Ela consegue ser mais burra ainda quando resolve se matar! Geeeeeente! Eu já ia fazer isso! Que bom que ela se mata, porque nos dá aquele final PERFEITO, onde o Boris (o dono da companhia de balé) resolve fazer o balé sem ela. A cena é primorosa. Perfeita. Irretocável... Mas, pensando bem, se ela não fosse assim tão retardada e burra, o filme não seria assim tão perfeito. Então tá perdoada!
E a vontade looooouca de mandar essa tapada assistir "A Star was Born" (com a Judy) para aprender as coisas... AAAAAAH! Vamos continuar que é melhor!
Em contra partida, temos o personagem do Boris Lermontov. Ele é o diretor/dono da Companhia de balé. Me lembrou vários diretores que eu conheço. E eu mais uma vez reverencio os mesmos. As vezes eu ouço um bocado de coisas de alguns amigos atores que dizem que não sabem como eu consigo "aturar" alguns diretores. Outros sempre me chamam para "negociar" com as diretores quando eles estão "surtados". Alguns diretores, por sua vez, me procuram as vezes simplesmente porque eu "resolvo". Não é que eu seja subserviente a eles. É que eu acho que compreendo as suas genialidades. Reverencio e tento entrar naquele mundo tão particular deles. Eles são gênios (pelo menos os que eu conheço), e, desta forma, eternos incompreendidos. Boris é um deles. É, para mim, o melhor personagem do filme. A forma com que ele convence a Victoria (protagonista) a retornar ao balé é foooooooda demais! Desculpem mas essa é a palavra! Aliás, o personagem é todo foda! Ainda bem que existem vários Boris na vida real. E que sempre exista pelo menos um perto de mim!!!
Desde a primeira cena onde ele quase não aparece, ficando escondido atrás de uma cortina no balcão do teatro, ele já mostra que é absoluto! A presença dele é tão marcante que chega a doer. Ele é inteligente, determinado, talentoso e sabe usar toda a sua inteligência focada naquilo que interessa. Ele não é um ser sem sentimentos. Ele é inteligente o suficiente para suprimir os sentimentos na hora que precisa e extravasá-los também no momento em que deve. E isso tudo é extremamente bem desenhado pelo diretor. Você não nota que essas coisas foram cuidadosamente montadas durante todo o filme. Só quando você desliga o blublu e começa a repassar as cenas mentalmente, vai notando o quanto o personagem é rico. Bem construido pelo ator que o interpreta (Anton Walbrook), o personagem é simplesmente alguém que não se pode deixar de admirar e, consequentemente, se apaixonar. Na verdade, me faltam adjetivos para ele. Eu gostaria de escrever mais e mais sobre ele... E ele nem precisava ser bonito, mas é.
O filme possue apenas dois "poréns". Naquela sequência de 15 minutos onde vemos o balé The Red Shoes, fiquei um pouco decepcionada pela quantidade de efeitos utilizados. Eu ficaria mais feliz se, por exemplo, ela realmente colocasse as sapatilhas vermelhas no lugar de um efeito colocar... Como eu disse, muitos efeitos. Acho que se fosse mais "palco" e menos efeitos, ficaria muito mais bonita toda a sequência.
Outro "porém" é a personagem de Irina Boronskaja. Ou melhor, a atuação da atriz que a interpreta (Ludmilla Tchérina). Realmente não sei dizer se aquilo tudo foi marcação do diretor (eu aqui rezando que sim!) ou se ela é ruim mesmo! TODAS as cenas dela são muito exageradas. Ela parece sempre que está em um teatro e não fazendo um filme. Fui pesquisar e vi que ela além de bailarina, é/foi realmente uma atriz russa com muitos trabalhos, principalmente para a TV russa. Eu prefiro acreditar que o diretor colocou aquele tom teatral nela de propósito para fazer um contraponto qualquer, com qualquer outra coisa que eu, embevecida pelo filme como estava, não consegui enxergar.
Nunca assisti ao "Cisne Negro". Vou fazê-lo em breve. Mas já sei que nada seja como essas sapatilhas rubras. Minha alma já está naquele palco. E em qualquer outro que esteja Boris.
Por fim, meus agradecimentos a pessoa que me emprestou o blublu. Aprendi muitas coisas com o dono desse BluRay. Posso não ser amiga dele, mas já aprendi a respeitar. Ele é jovem, mas quem disse que idade cronológica tem alguma coisa com idade de alma, inteligência emocional, bom gosto e conhecimento da 7a. arte? Esse menino tem tudo isso. E tem muito mais! E eu vou ficando por perto, porque não sou boba e tenho ainda muuuuuuito o que aprender! Ah! E um obrigada nunca é demais. OBRIGADA (pelo blublu e pela paciência comigo!)
PS - Tava querendo copiar aqui alguns diálogos (impagáveis!) do filme, mas são tantos que prefiro só deixar o link do IMDB com eles. Clique aqui. Já li 500 vezes!
UPDATE - Escrevi esse texto sem nenhuma revisão. Só com o coração mesmo. Cometi alguns erros, apenas alguns perdoáveis. Cometi um que JAMAIS poderá ser perdoado e que só demonstrou que eu nada sei. Peço desculpas a quem já leu e me apontou esse erro. No mais é agradecer porque se vocês apontaram o erro é porque vieram até aqui ler. Que bom que ainda tenho leitores e atentos! Feliz com isso.
UPDATE 2 (a missão) - Lembram de quem me emprestou o blublu? Arrasou nos comentários que fez sobre o filme. Mesmo tendo ideias contrárias as minhas, ele as colocou de forma super lúcida e sem nunca diminuir minha opinião. Gosto desse respeito. O cara é bom. Muito bom mesmo!
Vampiro são seres sobrenaturais, que habitam o nosso consciente. Quem não gostaria de conhecer e até mesmo se envolver com vampiros? Mas estava pensando um pouco sobre os vampiros da ficção. Por que atualmente TODOS eles precisam ser adolescentes? Na saga Crepúsculo, por exemplo, Edward tem 17 anos... Por que ninguém escreve (isso porque eu não gosto do filme, só gosto dos livros) sobre o pai dele, o médico Carlisle? Esse sim deve ter uma história pra lá de interessante... Ah! E esse negócio de brilhar no sol ficou muito gay...
Gosto muito também de True Blood, mas vamos combinar que o início e o fim de cada episódio são fantásticos, mas o meio sempre me dá vontade de dormir. Ok, neste caso os vampirinhos são um pouco mais velhos. Mas a Sookie além de puta é meio retardada mental... O Bill é feio (como assim um vampiro feio????) e só se salva mesmo o Eric que além de gostoso tem uma essência "vampiresca". Gosto muito quando eles choram sangue. Maravilha!
Mas o meu mais recente vício tem como ponto negativo os fato de serem todos os vampiros adolescentes. Isso cansa! Mas a série é muito boa: The Vampire Diaries. Viciei... Ainda estou na primeira temporada, mas, diferentemente de True Blood, o episódio todo é muito empolgante. Isso significa que termina e parece que só se passaram 5 minutos, enquanto que True Blood eu sempre acabava dormindo no meio e tinha que voltar para ver o que havia perdido.
Mas nem tudo são flores no The Vampire Diaries. Um dos protagonistas se chama Stefan e se parece fisicamente com o o ator que interpreta o Edward nos cinemas, o que é uma pena porque só faz o outro irmão (Damon) parecer mais e mais gostoso. Todo vez que vejo o Damon (claramente mais gostoso que o irmão), primeiro me vem a mente Lost, onde ele participou nas primeiras duas temporadas... Mas acho que isso vai passar... Aliás, basta ficar olhando para aqueles olhos que você esquece tudo....(Ok, ok, loro, teus olhos também são assim, mas você não é vampiro!)
AH! Isso sem contar que em nenhum dos casos acima existe uma mulher vampira como protagonista... O único caso foi de uma série que acho que se chamava "The House of the Night" e que eu achei um saco...
Eu havia me prometido que iria "desenterrar" esse cantinho aqui, mas acabo sempre deixando ele esquecido... O que eu não consigo esquecer ou deixar de lado NUNCA é a minha paixão por cinema. Desde que voltei aqui para a terra boa que já voltei a me deliciar com minhas sessões matinais, tendo o cinema praticamente só para mim, nos domingos de manhã.
No domingo passado, tomei um susto retado: quando cheguei lá para minha sessão das 10 da matina, havia fila! Isso mesmo! FILA para comprar ingresso! Nunca vi mais do que meia dúzia de pessoas nessas sessões de domingo, e mesmo assim, praticamente só pais com seus filhos, indo assistir a alguma animação. Mas esse "mistério" foi muito fácil de desvendar pois mais de 90% das pessoas da fila estavam com a blusa do Esporte Clube Bahia. É que o filme "Bahêa, minha vida" tinha acabado de entrar em cartaz.
O torcedor do Bahia é fiel! Não interessa como esteja o time, o torcedor está ali firme e forte! Na hora de assistir ao filme, também estava lá em massa!!! As vezes tenho até inveja de ter uma paixão assim tão forte, tão acima do bem e do mal! É uma paixão que eu acho que só vou entender quando assistir ao filme, afinal, essa é a proposta que ele trás.
Ainda não assisti, mas o trailer realmente já me deixou curiosa. Depois de ver a "romaria"que compareceu ao cinema, tenho a certeza que preciso ver o filme, nem que seja para dizer que tentei entender essa adoração e não consegui!
PS - Se meu irmão Rodrigo ler este post, vai parar de falar comigo, do mesmo jeito que parou de falar com a Mona... Ainda bem que ele não anda muito por aqui...
Eu e meu vício novo. Estava explorando os TT (treding topics - que seria (tradução ultra livre) principais tópicos) do Twitter, quando vi "True Blood" como TT. Fui lá ver o que as pessoas estavam falando, afinal estava indo ao ar mais um episódio da 2a. temporada. Fiquei louca ao ver quantas pessoas falavam sem parar sobre o seriado e como TODAS idolatravam a série... Gente, vamos combinar que o início e o fim de cada episódio é super demais, mais o meio se arrasta de tal forma, que eu SEMPRE acabava cochilando...E eu que nem sou (mais!) apaixonada pelo Edward, tenho que dizer: alguém aí consegue achar esse vampirinho aí da Sookie pelo menos "charmoso"? Olhe me poupe! Um amigo me udisse que achava a Sookie "meio louquinha". Eu acho "bem putinha" mesmo. E não tenho tempo nem paciência para isso! (mas sei que vou assistir a essa temporada porque até para eu falar mal, preciso conhecer, não é?)
Será que esse pessoal que anda idolatrando "True Blood" já assistiu "Fringe"? Ou é muito complexo para eles?
Eu e minha compulsão por séries... Estou encarando já o nome episódio de True Blood. Na verdade, só estou fazendo isso porque alguém cuja opinião eu respeito, me disse para insistir na série, mas é uma chatice. Na verdade, os últimos dez segundo de cada capítulo são bons, e te faz querer saber o desfecho daquilo, mas o que está entre os dez primeiro segundos e os 10 últimos de cada capítulo é absolutamente CHATO!
Sem muita análise, apenas uma visão geral: quem aguenta aquela voz insuportável da Tara? E qual é mesmo a história que sustenta a série? A tal Sookie, em um dos primeiro episódios (senão o primeiro mesmo) aparece vestida como uma prostituta e depois se diz virgem.... E aquele irmão dela? Tá, é gostoso, mas quem aguenta aquelas cenas dele que em nada influenciam na trama?
True Blood está se saindo, para mim, como um "Crepúsculo" para o mundo adulto. Daí eu tiraria duas conclusões: ou o mundo adulto é extremamente chato ou a série é um porre mesmo...
Desde sempre sou fã de George Michael. Acho que "Kissing a fool" é uma das mais belas músicas que já ouvi. O CD "Faith" é uma obra de arte (deixa eu abrir um parêntese e reverenciar outro George que me apresentou ao famoso: George Henrique, meu irmão, que é tão "tudo" quanto o George mais famoso... Em todos os sentidos! Thanks for always be around, Geo).
Well, como eu ia dizendo, o "meu" George me apresentou ao mais famoso. Eu já conhecia George Michael da época do "Wham!", mas "Faith" foi realmente a virada: saiu da baboseira "Careless Whispers" para um CD cheio de melodias elaboradas e letras realmente com conteúdo. Mas deixa eu seguir em frente, porque senão eu não escrevo pois começo a ver os clips e ouvir as músicas e eu nunca mais paro (coisa de vício mesmo...), afinal o post não é sobre George Michael, e sim sobre Eli Stone.
Depois de Dexter, meu novo vício é Eli Stone. Este vício eu acho que não vou compartilhar com minha "alma gêmea", vez que o seriado é sobre um advogado que vê sua vida transformada quando, por causa de um aneurisma cerebral, começa e ver George Michael cantando na sua sala, no escritório, etc, etc. Ele passa a encarar a vida de outra forma e a "ouvir" George Michael... O seriado é simples assim. Mas é bem escrito. E você viaja junto com as alucinações de Eli.
Acho que eu gostei mesmo foi porque as alucinações dele tem uma razão racional... E as minhas (e de provavelmente de todos os outros fãs alucinados de George) não tem... E quem nunca viu George Michael cantando na sua sala que atire a primeira pedra!
PS 1 - No seriado, Eli perde a virgindade ao som de "Faith"! Se fosse ao som de "Father Figure" ele teria feito sexo com o próprio George Michael!!!! Eu tenho certeza que George acabou de gravar a música e fez sexo por 5 dias depois... Mas deixemos minhas fantasias sexuais fora deste blog aqui....
PS 2 - George Michael se recusou a aparecer no clip da música "Freedoom" (que claramente fazia referência a sua saída da Sony), e colocou lá Linda Evangelista, Naomi Campbell, Christy Turlington,Tatjana Patitz e Cindy Crawford. Reza a lenda que elas não cobraram cachê... Eu acredito, pois acho que elas já sabiam que o vídeo viraria um ícone dos anos 90, afinal, George é George. Mesmo não aparecendo no video.
PS 3 - Tá certo... Eu não resisto a colocar aqui um dos vídeos dele que eu mais gosto. Ele conta junto com Mary Blige, e a música é "As". Adoro muuuuuito!
Gosto muito do seriado, mas gosto mais ainda de Gregory House, a pessoa. Ele simplesmente é verdadeiro. É grosso, é estúpido simplesmente porque é verdadeiro. Adoraria saber fazer como ele faz e dizer as pessoas o que é de verdade e não o que deve ser dito. E a forma com que ele diz é simplesmente direta! Adoro! Mas não sei fazer isso. Sou covarde demais.
Ele é extremamente inteligente. E sabe disto. Seu humor é rápido, e seu sarcamo também. E vive bem a vida: tem sua moto super potente e linda. Ele vive! Precisa só do seu Vicodin para a dor na perna, que o faz mancar, mas fora isso, ele se basta! E eu adoooro isto! Ele se parece (eu disse PARECE) com duas pessoas que eu amo muito. Será isso mera coincidência????
No início eu não gostava da Cameron, que fica com "pena" dos pacientes e que acaba se envolvendo emocionalmente com eles. Para um médico isso é péssimo! Estou assistindo a terceira temporada agora e ela, a Cameron, está me surpreendendo. Está aprendendo o jeito "House" de ser. E está sem dúvida nenhuma, uma pessoa muuuuito melhor! Tomara que não volte a ser aquele médica sem graça!
House acredita que "Todo mundo mente". E ele, como não poderia deixar de ser, tem razão! PS - Não. House não é um homem bonito, mas os olhos azuis e a sua inteligência o torna muito mais atraente que qualquer Brad Pitt.
E um pouquinho de jeito House de ser: "Hello sick people", é tuuuuuuudo!
Tava conversando com um amigo sobre decisões que não tomamos. Mas no fundo, quando não decidimos, já não estamos fazendo a nossa escolha? Chegamos a conclusão que o que importa é decidir prioridades, o que já é bastante complicado. Depois, perssistirmos em conseguir realizar essa prioridade. O resto tem que ficar para trás, por mais doloroso que isso seja.
Para definir essa prioridade e seguir em frente com ela, temos que deixar o cérebro mandar. Esquecer completamente o coração. A emoção tem que ficar absolutamente fora de qualquer decisão. Os olhos do coração são cegos às reais necessidades. Conseguimos eleger projetos prioritários. O meu a um prazo curtíssimo precisa ser realizado, mas já vi que vou conseguir. O dele, o prazo é um pouco maior, mas a determinação dele é maior do que a minha, sem dúvida.
Continuar escolhendo e cumprindo metas e prioridades, até que o coração seja uma prioridade também (por que não?). O importante é não desistir. O importante é acreditar. Ou pelo menos querer acreditar.
Eu acredito.
Só não sei se consigo não desistir.
Ainda bem que meu anjo preto não deixa.
Obrigado.
PS -Meu segundo projeto eu comecei hoje. Será que eu consigo?
PS 2 - Arquivo X que está nas telas é filme meio que "intimista"só mesmo para fãs da série (tipo assim: EU!). Gostei, mas reconhecço que não é um excelente filme! E a imagem de todos os cartazes nem existe no filme! Mulder sequer segura um arma durante toda a película! PS3 - Acima o cartaz que está na sala de mulder desde o episódio piloto e que dá nome a este segundo longa. (Lalá quem me lembrou! Valeu!)
Não pensava em escrever sobre Batman, mas a minha querida aluna Isadora, se empolgou tanto com o filme e deixou mil e uma recomendações aqui mesmo para eu ir ver o dito cujo. Fui. Gostei. Quando estava lendo os meus blogs prediletos, li o post dela sobre o filme. Deixei o meu comentário, mas ele ficou tão grande, que resolvi publicar aqui já que expressa minha opinião sobre o filme.
"Well, well, well… Vamos devagar com o andor… Acho que você se apaixonou pelo roteiro do filme e pelo Coringa. Abstrai porque é iMPOSSÏVEL se apaixonar por um Batman feito por Christian Bale.
Por outro lado, realmente Heath Ledger está, digamos, assustador! Gostei bastante, mas o filme é muuuuuuuito longo. A sensação que eu tive é que eles TINHAM que usar TODAS as cenas que foram filmadas com Heathe, então pode deixar o filme beeeem logo! Não terminaria nunca! Mas se sustenta o tempo todo, e isso é fato! É diversão pura, mesmo para mim que nunca fui muito fã do mamífero voador.
E, tipo assim, nesse seu “rol de super heróis terráqueos”, melhores do que Batman eu tenho “A mulher maravilha”, e “Homem de Ferro” (bom, dois que eu consigo lembrar agora que são humanos tão simplesmente. O que os torna especiais e capazes de voar (por exemplo) são gadgets criados para ele. Pelo menos no caso de Tony Clark, ele mesmo cria seus “brinquedinhos”….)
O filme é realmente bom, mas (quase tudo na vida tem um MAS para complicar), Tim Burton se meteu a fazer isso em 1989. E quando ele faz, ELE FAZ! O estilo dele é muito marcante e, para mim, muito mais divertido. Não desmerece (em absoluto) o trabalho de Nolan, mas falta um “que”, um “it”, uma coisinha especial que eu não sei bem definir (Allan chamaria de “savoir fair”….) São estilos diferentes, eu sei, mas eu prefiro Tim.
O Coringa é um caso a parte. São diferentes demais! O de Heath Ledger quer realmente ASSUSTAR. E consegue! Não gosto do fato de que se explica o surgimento do “Duas Caras” masn fica brincando o tempo todo e nunca esclarece o porque do surgimento do Coringa. Tudo bem, eu sei que não é essencial, mas seria bem legal não é? Ele realmente pode povoar meus pesadelos hoje a noite… Já o Coringa de Nicholson é mais leve. Quer assustar (e assusta), mas de um jeito diferente… Assusta por causa da sua insanidade! De seu ar louco! Enquanto Heath é cruel, Nicholson é INSANO! Mas os dois são LOUCOS! Gostei demais dos dois. Aliás, para mim, os dois filmes poderiam se chamar facilmente O CORINGA pois, nos dois casos, eles são infinitamente superiores ao Batman, e você chega até a torcer por eles!
Me incomoda um pouco, ainda, a quantidade de vilões que PRECISA aparecer em filmes de super heróis. Até parece que eles serão mais ou menos fracos de acordo com o número de vilões que enfrenta. No caso de Batman, tinha alguma importância a aparição do “Espantalho”? Claro que não! Até mesmo o “Duas Caras” poderia ter sido deixado para um próximo, já que o Coringa é realmente perfeito. Mas eu até consigo entender o “Duas Caras” no contexto geral. Ficou bom. Mas algém aí me manda um luz sobre o “Espantalho”?
Não sei por onde começar. Talvez seja melhor começar colocando a culpa em Isa!!! Foi ela quem me contou que a Americanas estava com promoção de DVD. E eu entrei lá, assim, como quem não quer nada... Só mesmo para dar um "olhadinha"... Quem me conhece sabe que eu não sai de lá com menos de 4 DVDs...
Dentro da minha compulsão, comprei um filme que eu procurava há muuuuuuito tempo, chamado "Highlander - O guerreiro imortal", filmaço de 1986. Não espere muito dos efeitos especiais. Apesar de não serem "um desastre", também não são lá essas coisas todas, mas esse é o único ponto fraco do filme. De resto, é filme para ninguém colocar defeito! É assim: como um toque mágica e você não consegue se mexer da cadeira! (pois é Dr. Allan! Eu não sai desta vez nem para buscar água! Creia!) Hipnotizante! É aquele tipo de filme, onde a história é tão bem contada que pouco importa o fim. O caminho até lá é o que importa.
Com um título desses (coisas dos tradutores brasileiros, que eu não entendo porque acabam com a história do filme logo no título...) a gente já sabe que o mocinho do filme não vai morrer, pois é imortal. Ele é, tipo assim, um vampiro escocês. Das terras altas da Escócia (daí o título original do filme, que não estraga a surpresa de ninguém!) E com o mesmo mistério sedutor de qualquer vampiro. Talvez por isso eu tenha gostado tanto dele. No papel título, temos Christopher Lambert que dá show! Outro que está no filme é o Sean Connery (antes de virar Sir). E eu preciso falar dele?
A trilha do Queen é excepcional! Como quase tudo que eles faziam! Embalam o filme de tal forma que vira um personagem a mais. Cena clássica é quando o MacLeod (personagem de Lambert), utiliza a frase que é o título do album do Queen lançado naquele ano - e título deste post - , e que contém ainda as outras faixas do filme. Para mim, o melhor album deles. E a cena com "Who wants to live forever" é de deixar qualquer um sem palavras - e no meu caso, pense na choradeira.... E é totalmente imperdível a versão de Freddy Mercury para "New York, New York"! Totalmente ELE, ou seja: não tem como imitar jamais! E não tem no CD não! Tem que ver o filme para ouvir!
Já teve mais 4 continuações, mas podem esquecer! A segunda é tão ruim, mas tão ruim mesmo que você pode ignorar completamente o segundo que não interfere no terceiro. Aliás, se eu bem me lembro, na época do lançamento nos cinemas, os cartazes diziam algo tipo "esqueça o você viu no segundo filme!".
Paisagens. Isso é outro ponto marcante do filme! Desde que eu assisti pela primeira vez, fiquei louca para conhecer as highlands da Escócia. Fui. E é tão lindo quando a gente pode saborear no filme. E volto lá um dia. Não dá mesmo para descrever! É um fascinio que dá até para perder o ar!
Mas o DVD tem um problema grande: não existe a opção de assistir sem legendas e as legendas em português são terríveis! Cheias de erro. Melhor colocar logo em coreano!
Acabei de assistir e juro que tou com um comichão para rever algumas cenas. Talvez para tentar responder a pergunta: Who wants to live forever?
PS - Isa, além desse rolaram: "Trilogia Resident Evil", "A lenda do cavaleiro sem cabeça", e o especial duplo de "Eu sou a lenda". Se quiser as cópias de segurança, grita, viu?
Trilha da noite - Queen! E bem alto, afinal, neste mesmo CD tem "Friends will be friends."
PS 2 - O vídeo abaixo tem a cena do "It`s a kind of magic" logo no inicio.
Com eu tinha as minhas bat-colunas de cinema e gostava bastante do seriado "Sex and the City", não é raro que eu encontre com alguém que me jogue logo a pergunta:
"- E aí Déa, o que achou do filme?"
Essa é a última vez que eu vou emitir minha opinião sobre a bomba: um filme em que a protagonista e dita uma mulher super antenada com moda fashion e com tudo que é "uptodate" (como diria minha amiga Pati Rabelo) devolve um i-phone e pede um "telefone de verdade" é para ser totalmente deletado de minha memória!!!!! Por favor!!
E sabem o que é o melhor do filme? A música "The heart of the matter". Ela aparece no trailer cantada por India Arie, mas no filme só aparecem alguns acordes do início. Ou seja: a única coisa boa do filme (além das bundas gostosas dos caras lá da Califórnia) não aparece no filme... Falando em India Arie, ela bem que tenta e não chega a fazer feio não, mas a versão original da música é de ninguém menos que Don Henley. Ele mesmo! O cara do Eagles. É difícil superar não é?
Eu vi o filme em Brasília, e sai do cinema muito decepcionada, afinal o filme só servia de vitrine para consumimos marcas e grifes. E eu, com minha bolsa kipling e meu óculos RayBan, saí do cinema indignada com o consumismo feminino!
(Como eu sou boazinha, vai aí o original da música com a letra para todo mundo cantar junto.)
"I got the call today, I didn't wanna hear But I knew that it would come An old true friend of ours was talkin' on the phone She said you found someone And I thought of all the bad luck, And all the struggles we went through How I lost me and you lost you What are these voices outside love's open door Make us throw off our contentment And beg for something more?
I'm learning to live without you now But I miss you sometimes The more I know, the less I understand All the things I thought I knew, I'm learning them again I've been tryin' to get down to the Heart of the Matter But my will gets weak And my thoughts seem to scatter But I think it's about forgiveness Forgiveness Even if, even if you don't love me anymore
These times are so uncertain There's a yearning undefined And people filled with rage We all need a little tenderness How can love survive in such a graceless age And the trust and self-assurance that lead to happiness They're the very things we kill, I guess Pride and competition cannot fill these empty arms And the work they put between us, You know it doesn't keep us warm
I'm learning to live without you now But I miss you, baby The more I know, the less I understand And all the things I thought I figured out, I have to learn again I've been tryin' to get down to the Heart of the Matter But everthing changed And my heart is so shattered But I think it's about forgiveness Forgiveness Even if, even if you don't love me anymore
There are people in your life who've come and gone They let you down, you know they hurt your pride Better put it all behind you, baby; cause life goes on You keep carrin' that anger, it'll eat you up inside, baby
I've been tryin' to get down to the Heart of the Matter But my will gets weak And my thoughts seem to scatter But I think it's about forgiveness Forgiveness Even if, even if you don't love me
I've been tryin' to get down to the Heart of the Matter Because the flesh will get weak And the ashes will scatter So I'm thinkin' about forgiveness Forgiveness Even if you don't love me anymore Even if you don't love me anymore."
(To Chico - The lyrics now has just remind me of the one of Caetano that you sent to me once. But it doesn`t matter witch one you prefer: both are "yours"...)
Não que 2008 tenha sido um bom ano para mim. O título se refere a um filme que eu assisti ontem a noite. O filme fala de uma porção de coisas e é emoldurado com paisagens belíssimas de Provence, aliás, a mais bela região do mundo!
Vale a pena assistir o filme. Focado inicialmente na relação de Max e do Tio, o filme se monstra um lição. Mas você sabe exatamente quando o filme vai afundar quando Max (o protagonista vivido por Russell Crowe) quase atropela um,a bela francesa que vem de bicicleta. Essa relação amorosa dos dois é tãoi clichê e previsível quando inverrosímel. Serve para estragar essa bonita produção e tão bem dirigida por Ridley Scott.
Esqueça esse caso de amor, e se foque na relação Tio/Sobrinho que era quase um pai, já que Max não tinham mais pai. Viaje na possibilidade de refazer o seu futuro, e de reviver coisas que lhe fizeram bem. De tornar vivo, aquilo que você acha que morreu. Aquele seu resquício de inocência.
Mas se a história de amor lhe for tão insuportável e absurda (como foi para mim), apenas se deixe inebriar pelo idioma francês dito de quando em quando e pelas paisagens de tomam a tela. Uma coisa é certa: você tem a certeza que não pode morrer sem conhecer Provence.
Acabei de me dar conta que sou uma pessoa muito estranha: o filme que tem a mais bela história de amor, para mim é Drácula. Não há mais romântico no mundo. Em um dos filmes mais engraçados que já vi, a cena que mais gosto não é engraçada... Será que tenho salvação? Mas, como já disseram antes, de perto ninguém é normal mesmo... Mesmo para mim que esqueci o celular no refrigerador???
Para não perder a viagem vejam essa cena de Harry e Sally. A mais bonita do filme, com uma das frases mais bonitas do cinema:
Harry: "I came here tonight because when you realise you want to spend the rest of your life with somebody, you want the rest of the life to start as soon as possible."
Hoje resolvi assistir a Chico & Caetano, um antigo programa de TV que ganhei de presente de um querido amigo. Pois bem, eles começam com "Sob medida & Dom de Iludir". Aí baixou aquela psedudo inspiração para escrever (pseudo porque eu não sou como Mário, nem como Dja... Que sabem realmente escrever). Na minha família esse dom ficou para a Mona. Falar sobre a música na nossa vida. A gente sempre associa aquela música a um determinado momento. Bom ou ruim. Música marca, não é?
Me lembrei também de quando vi pela primeira vez o trailer do filme Sex and The City. Gostava de série. Achava bem interessante a vida daquelas novaiorquinas (e tem como a vida de uma novaiorquina ser "não interessante"??). De repente, de fundo a música "Forgiveness". Fiquei lembrando de quem me apresentou essa música. E lembrei não só dele, mas de várias outras músicas que recebi dele. Todas igualmente lindas. Como ele. De como a gente curtia um ao outro. Mas a vida teima em separar a gente de quem a gente gosta, não é?
Segui adiante e no meu PC, ligado no randômico, começou a tocar "Landslide". Outra bela canção, repleta de recordações. E de força. Essa aí eu repetia incessantemente para acreditar (nunca época absolutamente deprê!) que eu iria encontrar uma razão para ser feliz... O tempo passou, a música hoje tem uma significado bem mais belo (até porque, o meu lado "O Meu Mundo Caiu" não durou muito não... Só até eu tirar os pés do chão e voar... Mas isso é uma outra história, para outro post.) A pessoa que ela hoje me lembra é muito bonita. Bonita demais para deixar eu lembrar de qualquer outra coisa. Ainda vou ouvi-lo tocar essa música, ao vivo e a cores. Quem sabe ele não faz isso por mim um dia? Ele hoje mora em outro país, mas sempre que a gente pode, conversamos um pouco. Ele é uma pessoa muito legal, e um músico excepcional!
"You're so fucking special. I wish I was special. But I'm a creep. I'm a weirdo." Creep começa a tocar e eu começo a achar que esse randômico só quer me fazer lembrar de pessoas distantes. ADORO "Creep"! E adoro também o meu amigo Chico. Ele mandou essa música há algum tempo atrás. Ele é, sem dúvida, especial. Bom, eu não sei se eu sou a especial e ele o creepy da história, ou ao contrário. (Rss) Mas acho que isso hoje não faz muita diferença. Acho estamos ambos para "creepy". (Rss) Chico é um cara super correto. Que merece ser feliz. Mas tá difícil, não é companheiro? Mas é isso aí. A vida nunca é fácil mesmo.
Eita! Não é que começa a tocar "Mr. Zebra", com a Tori Amos e eu me acabo de rir lembrando de Allan "gritando" a letra e me fazendo dançar a "coreografia" com ele. Quem o conhece pode imaginar o "nível" da coreografia que eu tinha que encarar.... KKKKKKKKK Coisa de Deus que fez ele próprio (Allan, não Deus - isso é apenas uma provocação... Rss) me ligar agora? Me deu uma saudade louca dele. Pense nos olhos cheios de lágrimas. A voz embargou e o telefonema foi todo assim... Cheio de choro. E ligou só para fazer inveja! Tá em Angra, na beira da praia. Não estou lá, mas ele lembrou de mim. Na próxima vez, estarei junto. Como sempre deve ser.
Enfim, toca "Tá perdoado". Entro em ritmo de sambão, lembrando de Beto, Dja e Bene. Meus grandes amigos. Fico com eles, porque a próxima música é "Não me conte seus problemas"... Catar-se total! Mas essa aí pode trazer problemas... Apesar do título... (Essa caso, restrito a Pati, Nivando e Wal...)
Então com licença. Enquanto vocês vão assistindo ao trailer de Sex and the City abaixo, eu vou é dançar!
Só mais algumas músicas e amigos (um registro pessoal): Tacy - "Vamos s'imbora, prum bar..." Mona - "Quem ama bloqueia..." Emyo - Uma brasileira Marconinho - "Você não vale nada mas eu gosto de você..." Walmy - Coração Vagabundo Pati - Onde você se esconde João (J.J.) - This love Igor - Amor I love you Geo - Just an ilusion