Mostrando postagens com marcador Sem vida inteligente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sem vida inteligente. Mostrar todas as postagens

19 fevereiro 2012

Tudo outra vez..




E aí que eu me vejo andando pela Paulista. Sem lenço e sem documento literalmente porque fiz o favor de bloquear o cartão ainda no aeroporto de Salvador. Mas, enfim, tava andando pela Paulista. De Ipod, como sempre, e começa a tocar "Recado a minha amada". A última vez que dancei isso foi com Maurício foi em plena Champs Elysée!!!! E devidamente filmados. Olha a dorzinha no coração... Mas desde o começo, ainda no aeroporto, eu já sabia que essa dor iria aparecer. Não sei porque, mas a porra do  coração já estava na França. Estranho, até porque eu gosto de Sampa e das companhias que  estou tendo aqui.

Mas tou comparando tudo: logo depois que ouvi a música, tudo o que eu queria era sentar e escrever. O problema era aonde. Não tem bancos ao longo da Paulista, e nem aqueles apaixonantes cafés que existem em cada esquina de Paris. Enfim, esperei abrir um shopping para sentar na praça de alimentação e escrever. Ce's la vie!!!!

Mas se eu tinha dúvidas de que o feriado iria ter cara de França, a minha chegada no aeroporto deveria ter me dado a dica do que me esperava: conheci um francês de Toulosse e passei o resto do dia com ele e foi muito bom. Delicia ouvir aquela lingua maravilhosa!

Ontem, andando de metrô, ficava comparando as estações. Tão acostumada com as estações charmosas e bem equipadas que fiquei sem conseguir sorrir. Não era a minha primeira vez no metrô de São Paulo, mas com certeza era a primeira vez com saudade de Paris e vendo o quanto Sampa é sem graça nos seus mínimos detalhes.

Aliás, não vamos falar de detalhes porque daí a história vai ficar feia... E eu tou começando a ouvir Paralamas... Se eu começar a entrar nos detalhes teria que ser sobre anfitriões e ouvindo Paralamas chega até a ser corvadia... E falta de elegância de um deles (aquela elegância intrínseca, a que nasce com você) já está quase me dando nos nervos...

"Eu tive fora uns dias numa onda diferente..." Deveria, mais uma vez ter ouvido meu coração, mas desde que entrei pra familia dos teimosos, o negócio tem ficado mais complicado...

PS - O texto foi de ontem... Hoje já tenho outros adendos, não mais positivos... MAM, Ibirapuera... O que  é que eu tou fazendo aqui? Perdi até a vontade de ir ver Bruno Motta..

PS 1 - E tudo que eu consigo cantar agora é "Há tempo, muito tempo que estou, longe de casa, e nessas ilhas cheias de distância, o meu blusão de couro se estragou..."

05 abril 2009

142. MacBook


Na loja, babando por um MacBook, o vendedor solta a pedrada:

- Mas você pode retirar esses sistema operacional e colocar o Windows

Sem querer ser muito desagradável, a compradora fala:

- Mas porque alguém faria isso mesmo?

O vendedor responde, cheio de si:

- Para não ter que aprender tudo de novo.

Impaciente, a compradora responde e SAI DA LOJA:

- Exatamente! Para pessoas com dois neurônios essa é a solução ideal!

E ficou se perguntado: será que a toupeira entendeu?

PS - Imagem roubada lá do Bem Resolvida. Customização imbatível!!!!

23 fevereiro 2009

137. I give up!

Tentei! Ninguém pode me acusar de não tentar! Cedi e fui com meus primos ao Iguatemi ver um filme. Disse ligo de cara que eu queria ver o que estivesse mais vazio (pouco importava o filme!). A cidade está lotada. Onde você se vira tem milhões de pessoas. O shopping não era exceção.

Conseguimos entrar em "Sexta-feira 13". Média de 50 pessoas. Mesmo assim, o filme foi uma tortura! Não pelo filme em si que é bobo e não passa de uma sofrível sessão da tarde. O problema foi a platéia mesmo que insistia em "comentar" o filme DURANTE o filme! Óbvio que haviam pessoas normais que pediam silêncio, mas isso também é um porre!!! (Não, eu não vou comentar um casal que atendeu o celular durante a sessão e ainda tirou uma foto do momento singelo!)

Aí você vem e diz:

- Mas na Bahia também tem gente mal educada!

E eu digo que tem sim. Mas tem também sessão as 9 ou as 10hs da manhã, onde só vai quem é cinéfilo e quer simplesmente o prazer de assistir a um filme calmamente.

É pedir muito?

PS - E viva a internet! Baixo o filme, assisto e depois compro quando sair em DVD, para ver na minha casa. É o mais próximo do que eu possa chamar de cinema! Pelo menos enquanto eu viver por aqui!

19 fevereiro 2009

135. Já é carnaval cidade, acorda prá ver!

Mas só o meu coração baiano sabe disto... Pior ainda: até o título deste post, ninguém entende que é uma alusão à música de Gerônimo... No máximo, eu receberia a pergunta: "Gero o que?"
Minhas referências todas se perdem.
Outro dia, fui buscar um amigo em casa e disse ao telefone a ele: "desça que eu não vou ficar te esperando não." Se você é de Salvador (e tem um mínimo de cultura... não fica só ouvindo Kuduro...) vai entender a referência. Para ele (o meu amigo) foi apenas uma "bronca" para ele não demorar...
Dja entenderia... Saudades dele...

Aqui, nesta nova cidade, nada acontece. Muito menos no carnaval.
Afinal, ninguém é D'Oxum...

PS - Vínicius, estou em débito com você. Mas já fui a quase todos os locais recomendados. Não voltarei a nenhum. Beijos e vou te ligar.

31 janeiro 2009

133. "Meu destino não me deixar em paz"

O show dos Paralamas do Sucesso acabou de começar, aqui no Parque do Cocó. Passei a semana (mês?) dizendo que iria. E realmente até estava animada, mas hoje, após a ligação de um amigo de Salvador, vi que "não tinha perdido nada lá no Cocó", e que, mesmo sendo Paralamas, não valia a pena.

Pela TV, confirmei o que eu já sabia: primeiro o show foi aberto por uma banda medonhenta, que dava medo de ver imagine ouvir... Uma criatura que cantava música dance, tipo Simone Sampaio, mas claro que sem a graça, a presença e (principamente!) a voz de Simone. Pense em um desastre: a mulher era um pouquinho pior! Sem contar que tinha pelo menos duas vezes o meu peso (e eu, definitivamente, não sou magra!)

Enfim, como já me disse um pessoa que conheci no meu trabalho, eu nunca vou encontrar A Bahia no Ceará. Já sei. Já internalizei.

Mas eu queria pelo menos alguma coisa que eu gostasse.

Só o trabalho não basta!

PS - E como já diz os Paralamas, "tudo que eu tinha pra perder eu já perdi". A gente só caminha. Nem mais interessa onde vai dar...