Um blog sobre minhas idéias, minha vida, mas principalmente sobre meus amigos e pessoas que amo.
16 fevereiro 2014
Fotos 2013
30 junho 2013
Entre Nós
10 maio 2013
Prêmio Braskem
23 outubro 2011
Fernanda
PS - Se puder, vá ver em Sampa: Viver Sem Tempos Mortos - Teatro Raul Cortez (R. Dr. Plínio Barreto 285). Tel. (011) 3254-1700. 6ª, 21h30, sáb., 21 h, dom., 18 h. R$ 80/ R$ 100. Até 27/11.
26 outubro 2010
! 2 (A Missão)
Dja foi assistir ao espetáculo ! do Bruno Motta. Assistiu e depois escreveu um post super demais sobre o espetáculo. Levou vááááááááárias linhas contando que o espetáculo é MARAVILHOSO, que Bruno é SHOW de artista e de pessoa... Me matou de vontade de ter ido também com ele (mas os olhos ainda não estão enxergando tanto assim, a ponto de deixar que eu vá a Sampa). Quando ele me disse que iria, raguei logo toda a seda porque sei que Bruno Motta é FANTÁSTICO! Sou muito fã. Infelizmente sou só fã via internet... Quando o Bruno Motta esteve aqui, não consegui ingresso e tava as vésperas da cirurgia e a cabeça não tava muito bem. Não insisti.... Mas quando eu soube que Dja ia, e ainda era ¨convidado¨ do Bruno para ir até o camarim, você pode imaginar a quantidade de gritos que dei e ¨encomendei¨ a minha foto...
Pois bem. Como eu disse, Dja foi, viu (e AMOU, obviamente) o espetáculo do Bruno. Foi ao camarim. Tirou a MINHA foto. Escreveu o tal do post MAS NÃO POSTOU A FOTO!!! O pior é que o próprio Bruno me confimou via Twitter que ele tirou mesmo a foto.... EU QUERO A MINHA FOTO!!!!!!!
¨Se eu não te amasse tanto assim¨, Dja, você seria um homem morto... A sua sorte é que eu sei cantar ¨meu amigo, se ajeite comigo e dê graças a Deus¨!
04 junho 2010
Cof, cof...
04 setembro 2008
109. Dimenti
Mas a resposta do grupo (coloquei logo depois do manifesto), é tão inteligente quanto qualquer montagem deles.
CARTA-MANIFESTO À FUNCEB (Fundação Cultural do Estado da Bahia)
Venho através desta, manifestar a minha indignação e o meu incômodo diante dos resultados dos Editais dessa referida Fundação. No caso aqui, ao primeiro resultado do Edital Yanka Rudzka.
Ao chegar na sede dessa fundação no último dia de inscrição para os Editais Culturais 2008, me deparei com dezenas de artistas, atores, dançarinos, diretores, sentados no chão, espalhados nas escadarias, recostados na parede… todos ali, aos montes, na esperança da mísera migalha da Fundação Cultural… E pensei, meu Deus, como tem artista nessa cidade querendo trabalhar! Como tem gente querendo produzir, fazer a cultura dessa cidade acontecer! Mas não há espaço, não há incentivos, e os poucos existentes, atraem centenas de artistas, todos juntos por esse desejo. São dezenas de atores, diretores, professores que formam na escola de teatro, de dança, de belas artes, mas onde estão eles? O que fazem pra ganhar a vida? De poucos se ouve falar… Muitos assumem outra profissão, outro emprego, outra função às vezes bem distante de sua área, por falta de espaço e incentivo para viver da arte de forma digna nessa cidade.
Bom, voltando à FUNCEB, ao ver o resultado do Edital de montagem de dança, Yanka Rudzka, fiquei estarrecido! Hoje não se seleciona projetos pela qualidade artística, mas sim, pela qualidade técnica do projeto. E eu me pergunto, artista tem que saber escrever projetos pra edital? Um edital que institui por exemplo, um prêmio chamado Manoel Lopes Pontes, prêmio de montagem de teatro, onde escolhe quatro selecionados no valor de R$ 30.000,00 ( trinta mil reais) 4 montagens, premia o DIMENTI com R$ 100.000,00 ( cem mil reais) Isso mesmo, 100 mil reais!!! E eu me pergunto, numa cidade tão pobre de incentivos à fomentação cultural, por que não divide esses cem mil reais por mais 3 montagens de 30.000.000? Sim, observem que trinta mil reais é uma pouca vergonha em se tratando de uma montagem de teatro, mas diante dos valores dos prêmios de montagem, não é uma afronta que cem mil reais se concentre na mão de tão pouca gente? E outra pergunta, por que o DIMENTI virou o queridinho da FUNCEB? É sempre uma carta marcada os resultados, temos sempre a certeza de que o DIMENTI estará lá. Aí eu me pergunto, é porque o DIMENTI sabe mais fazer projetos do que teatro/dança? Ou por que o nome DIMENTI tem a ver com demência? Sim, por que demência é a cara da fundação que subestima a capacidade de nós artistas de avaliarmos as mutretas que rolam por trás Desses editais. Veja por exemplo outro fato no resultado desse último edital de dança: O espetáculo em processo Estudo Para Cabide, que se apresentou no quarta que dança, tem até 8 minutos. Veja só, esse espetáculo em processo, no resultado do Edital de montagem de dança /2008, ficou na suplência à espera de um prêmio de R$ 60.000,00. Sim, e eu me pergunto, e os tantos outros projetos de montagem de dança que já estão prontos, ou que pelo menos não tem apenas 8 minutos de duração, por que não ficaram na suplência? Será que é porque o nosso amigo Jorge Oliveira é amiguinho de Isabela Silveira, funcionária da FUNCEB? Suspeito, não?
Pois é, nessa terra onde se premia um espetáculo chamado A Bahia da Magia, ou um Dente Chamado Bico, é preciso realmente aprender a escrever projetos ou ter amigos na FUNCEB, sim, amigos fazem muita diferença na hora de dividir por baixo do pano os recursos públicos!!!
FABIANA EVANGELISTA ( formada em dança pela UFBA)
Breves considerações de quem trabalha muito
Lendo a sua frágil carta, é possível imaginar o projeto que você inscreveu no edital.
Se a sua ingênua hipótese da “carta marcada” na Bahia fizesse algum sentido, haveria muitas outras cartas marcadas espalhadas por aí em prol do Dimenti: em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Ceará, no Piauí e, mais recentemente, na Rússia onde o Dimenti exibirá um dos seus audiovisuais.
Se sua falácia tivesse alguma consistência, haveria “cartas marcadas” entre os diferentes integrantes das variadas comissões de seleção indicados pela própria classe da dança através do fórum (que você nunca freqüentou).
Para evitar as informações ralinhas das quais você se valeu, o Dimenti vai realizar novamente em 2008 uma avaliação pública sobre as atividades do grupo e produtora cultural. Apareça.
O ATÍDOTO PARA A “SINDROME DA CARTA MARCADA” É ESTUDO E MUITO TRABALHO!
Dimenti"
04 maio 2008
82. Mais um velinha...
29 março 2008
75. O Indignado
De indignada eu não tenho nada! Pelo contrário! Estou é muito feliz! O sucesso da peça “O Indignado” já está certo, a julgar pela estréia! Super concorrida e apesar do engarrafamento da porta devido a saída dos alunos da escola onde o teatro está localizado, deu para todo mundo chegar na hora.
A peça é dirigida por Fernando Guerreiro (se você não sabe quem é, tenho muita pena de sua suposta vida cultural....), e foi concebida originalmente para ser uma “stand up comedy”, que é aquela comédia que o ator simplesmente bate um papo com a platéia. Guerreiro achou que era pouco, já que o ator escolhido era nada menos que Frank Menezes. Transformou o texto em monólogo e eu nem preciso dizer que ficou maravilhoso!
Bom, mas adivinha de quem é o texto? De Cláudio Simões e de Djaman Barbosa. Tudo bem se você não ouviu falar do segundo. Como confessado no final da peça, este é o primeiro texto dele. Mas o primeiro de outros sucessos. Como eu tenho tanta certeza disto? Porque já o conheço há mais anos do que posso confessar...
Sucesso é o novo sobrenome de Dja. Sorte, amigo, nesse seu novo rumo. Talento já está provado que você tem. Um super beijo!!!!
19 fevereiro 2008
72.TCA
O TCA é a maior e melhor sala de espetáculos da américa latina. Conta com mais de 1.500 lugares, tem uma acústica perfeita e de qualquer lugar que você esteja a vizualização do palco é igualmente maravilhosa. Chegamos tarde e acabamos ficando na fila Z-9, mas o esptáculo foi excelente mesmo assim. Só lembrando ainda que a climatização é um primor! Os gerentes dos cinemas poderiam fazer uma visitinha ao TCA e aprenderem um pouco de como deixar a sala climatizada e não congelante, proporcionando assim um real conforto aos seus clientes. E as poltronas, apesar de já estarem apagando 15 velinhas, só muito confortáveis e absolutamente nada a reclamar sobre o espaço e so funcionários do TCA. Aliás, é bom ainda frisar que a organização estava de bater palmas! O esquema foi organizado de forma que não haviam filas, e nem cambistas. Fantástico, como sempre deveria ser. O governo e a administração do TCA todos de parabéns.
Mas eu já não posso falar o mesmo com relação ao público. Imaginem que a sala estava cheia de crianças, que choravam, pediam para ir embora, perguntavam quando o espetáculo iria acabar, etc. Que pais absurdamente ignorantes para levarem crinaças de colo para um espetaculo adulto!!! Tudo bem que não havia censura, mas bom senso deveria fazer parte do critério para ser entrar em uma sala de teatro. Alias, as cenas com os celulares tocando e entoando um verdadeira cantilena, pareciam até que uma trilha sonora na peça, já que não paravam nunca! Que povo mais mal educado! Mas ainda tem coisa: mesmo no silencioso, um lindinho resolveu olhar quem estava ligando para ele, em uma cena em que o ator cantava "Que nem giló", só com um pequeno foco de luz nele, e o resto do teatro absolutament escuro. Será que a critura ficou com medo do escuro e resolveu ligar o celular para "clarear um pouco" e assim podermos ver melhor o palco?
AH! E fotos? Toda hora alguém tirava foto! Um horror!
O governo até que tenta acertar (e deu uma bola dentro!), mas será que o povo merece mesmo? Eu não assisto mais nenhuma peça por esse projeto, por melhor que seja. Eu já tinha visto a essa peça, mas fui assistir de novo por ser amiga do ator protagonista e da produção, mas a minha decepção com o público foi tamanha que acho que o governo deveria mandar a merda e não mais propiciar esse tipo de evento a quem não tem compostura para entrar em uma sala de teatro. Acho que o que vi foi no mínimo desrespeito aos profissionais que estavam ali.
PS - Mas o melhor do dia foi, sem dúvida um belo beijo que me roubaram! Que beijo bom...
09 julho 2007
37. Pague pra ver
12 fevereiro 2007
21. T.C.A.
Bom, Allan iria escrever esse post e iria se chamar “Minha estréia no TCA”, mas eu estou tão puta com o que aconteceu que não tive paciência de esperar. Era (como já deu para notar) a primeira vez que Allan iria ao teatro Castro Alves. Bom, ele já conhecia a sala do Coro, mas não a sala principal. Para os desavisados, o teatro em questão é o maior teatro da América Latina, contando com 1.554 lugares.Pois bem, ontem, quando estávamos passando em frente, vimos que a peça “Vixe Maria, Deus e o Diabo na Bahia” estava em cartaz. Eu já havia assistido a peça, logo que estreou há uns três anos, e com o elenco original. Allan estava louco para assistir, pois eu sou uma fã de carteirinha do autor da peça (Sr. Dr. Cláudio Simões) e já tinha falado maravilhas do Autor e da peça. Decidimos comprar ingresso e irmos a noite. A primeira surpresa: não haveria lugar marcado. A segunda: já havia sido vendido 80% da lotação do teatro. E eram apenas 4 horas da tarde. Fofa da bilheteria alertou:
“- É melhor vocês chegarem cedo para garantir o lugar..”
E chegamos às quinze para as sete. A peça começaria as oito. Pense na visão do inferno! Gente que não acabava mais... Eu de pé ainda meio podre, não poderia nem pensar em correr (bom, nem de pé bom... Não m
e permito as essas demonstrações explícitas de falta de savoir affair...) Bom, tentei ficar na fila, fazendo de conta que aquilo não estava acontecendo... Quer piorar? Um monte de gente fazendo uma puta confusão em uma das portas (sim, porque haviam TRÊS portas até você conseguir entrar. E, na frente de cada uma delas, um funcionário do teatro TENTANDO arrumar e organizar a fila). A primeira confusão era porque o povo tinha comprado meia entrada e não tinha carteira de estudante! Barrado e “encaminhados” para pagarem a outra metade.Depois de enfrentar as TRÊS portas e suas conseqüentes filas, vem a cartada final: abre-se uma rampa que dá acesso a sala de espetáculos. Aí o povo perdia qualquer possível sinal de compostura e saia correndo, derrubando que estivesse na frente, metendo mão na cara! Uma baixaria sem fim. Se fosse ao ar livre, eu diria que o Chiclete tava passando com o trio. E com participação especial de Ivete!.
Bom, conseguimos sentar e ficamos em um lugar que eu diria ser “de Deus” (leia-se passível de ver e ouvir o espetáculo). Claro que os microfones dos atores só eram ligados quando eles cantavam algo... Não faço a mínima idéia como o povo lá de trás ouviu algo... Por que ver, com um binóculo se dá um jeito... Mas ouvir...
Bom, salvando a noite, me restou a companhia sempre perfeita de Allan, e a peça que é realmente muuuuuito boa. Mas já me prometi: NUNCA MAIS TCA SEM LUGAR MARCADO!
O Diabo saiu ganhando nessa.
PS - Poxa... Senti falta de Diogo.. Pode contar a ele, viu Dja... Ninguém fez um Gabriel/ela como ele..
27 janeiro 2007
17. E os gregos tinham razão!
"Na Grécia, quando as pessoas ficavam doentes, eram indenizadas pelo governo porque considerava-se isso uma falha na qualidade de vida da cidade. A receita era composta de três indicações:1. O Fármaco, que era o medicamento propriamente dito, e que, em grego, significava também "magia".
2. Mudar o sentimento por outro.
3. Assistir a três peças teatrais específicas para cada caso.
O teatro, além de ser uma arte nobre, era considerado um espaço de cura e assim funcionava. Não temos idéia do poder regenerador da arte."
Esse texto eu recebi de Zeca de Abreu, atriz baiana, em um curso de teatro que fiz com ela. Acabei de chegar do teatro. Alma lavada. Totalmente renovada. Nem sei porque um dia acreditei (DE VERDADE) que não valia a pena continuar.Vale sim! Afinal, "LIFE'S SO SHORT, MOVE ON!" Ou, como ensina mestre Chico Buarque:

Voltei!
PS - Para aqueles que chegaram a conhecer o meu cantinho de fotos, o site saiu do ar... Não me perguntem porque, ou se voltará!


